domingo, 23 de abril de 2017

No regime militar, os dias eram assim

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Futebarro


Ontem e hoje


Receita Federal


Show de violão


Saúde e religião


RG será RIC


Música maravilhosa


Sobre a vida


Malefícios da soja


Texto de Rui Barbosa


Você comemora vitória antes do tempo?


Como viver até os 100 anos


Live is life - Opus


Tua honestidade no emprego


12 Leis do Karma

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domingo, 16 de abril de 2017

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Sobre o cinto de castidade

"A lenda mais comum reza que os cavaleiros medievais, ao sair para as Cruzadas contra os árabes passavam a chave na esposa para prevenir visitas indesejadas. Caso o marido não voltasse, a solução era pedir ajuda a um ferreiro (em inglês, blacksmith), o que explicaria a profusão do sobrenome Smith na Inglaterra. ..." 
(do livro Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo)

Bob. O malvado favorito


Venezuela protesta. Brasil assiste o BBB17

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sábado, 8 de abril de 2017

A Coca investe milhões em propaganda...

Em minutos vem um brasileiro e faz isso...


Bi campeão?







PAI CURINTIANO EXPLICA O BICAMPEONATO AO FILHO

🏻: Nós somos bicampeões mundiais!!!
🏼: Sério Pai!? Quando foi o primeiro título?
🏻: Em 2000.
🏼: Que legal, então nós também ganhamos a Libertadores em 2000?
: Não, na verdade quem ganhou a Libertadores em 2000 foi o Boca Jrs.
🏼: Ué....então porque o Corinthians jogou esse mundial em 2000?
🏻: Ah! É que fomos convidados para jogar porque ganhamos o Brasileirão em 98 e tínhamos o apoio de um grupo de investidores estrangeiros que precisava colocar o Corinthians lá. O Vasco ganhou a Libertadores de 98 e também foi chamado.
🏼: Entendi. Então na Europa chamaram o campeão da Liga dos Campeões da UEFA de 98?
🏻: Sim, mas também chamaram o Manchester, que venceu a Liga em 99.
🏼: Então por que não chamaram o Palmeiras?😱 Porque o campeão Sul-americano de 99 não foi? E o Corinthians que nunca havia passado de uma semi de Libertadores foi?
🏻: Não sei filho, mas que merda!!!!
🏼: Então esse torneio não foi sério. Não teve critério para as escolhas dos clubes! Mas o Corinthians ganhou do Manchester e do Real Madrid né pai?
🏻: Não. Na verdade ganhamos do perigoso Raja Casablanca😬 com um gol roubado em que a bola não entrou, empatamos com o Real Madrid, no Morumbi, graças ao Anelka que perdeu um pênalti😓 e depois goleamos o poderoso Al Nasser por dois a zero.
🏼: E na final ganhamos de quem?
🏻: Na verdade não ganhamos. 😁 Empatamos com o Vasco por zero a zero no Maracanã e o título veio nos pênaltis.
🏼: Quem foi o herói Corintiano que fez o gol do título?
🏻: Ninguém😤. Na verdade o Edmundo chutou pra fora e nós ganhamos.
🏼: Caramba pai😳, fomos campeões mundiais em 2000 sem ganhar libertadores, sem vencermos os campeões europeus, com gol que a bola não entrou, empatando com o Vasco que é sempre o vice, e já está na sua 3° segundona, nem comemoramos uma defesa nos pênaltis?
🏻: Que porra moleque😤! para de me encher o saco!😡 O que importa é que a Fifa reconhece e ponto final!!!

Que organização é essa?


Doria x Lula

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Rolex


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Homem e Mulher

“Homem e Mulher”, duas estátuas que se abraçam todos os dias, é uma escultura em aço com 8 metros de altura feita pelo escultor georgiano Tamara Kvesitadze.

Localizadas na cidade costeira de Batumi, na Geórgia, as duas figuras representam um menino muçulmano, Ali, e uma princesa georgiana, Nino, retiradas de um famoso romance de 1937 do autor Azerbaijão Kurban Said.

A trágica história termina com os amantes separados pela invasão da Rússia Soviética.

As estátuas começam a mover-se todos os dias às 19:00, fundindo-se para um abraço antes de deixar a outra para trás. Após 10 minutos, o movimento fica completo.

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Rembrant, sec.XVII

Un museo holandés quiso incentivar a las personas a que visiten sus exposiciones y valoren el arte: escogieron un cuadro de Rembrant, del siglo XVII, y dieron vida al cuadro en pleno centro comercial, con fondo musical de Beethoven. El resultado se puede apreciar en el  vídeo. Espectacular.

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sábado, 1 de abril de 2017

31 de março de 1964


                        31 Março 1964 - Por Alexandre Garcia

Gostaria de dizer algumas coisas sobre o que aconteceu no dia 31/03/1964 e nos anos que se seguiram. Porque concluo, diante do que ouço de pessoas em quem confio intelectualmente, que há algo muito errado na forma como a história é contada. Nada tão absurdo, considerando as balelas que ouvimos sobre o "descobrimento" do Brasil ou a forma como as pessoas fazem vistas grossas para as mortes e as torturas perpetradas pela Igreja Católica durante séculos. Mas, ainda assim, simplesmente não entendo como é possível que esse assunto seja tão parcial e levianamente abordado pelos que viveram aqueles tempos e, o que é pior, pelos que não viveram. Nenhuma pessoa dotada de mediano senso crítico vai negar que houve excessos por parte do Governo Militar. Nesta seara, os fatos falam por si e por mais que se tente vislumbrar certos aspectos sob um prisma eufemístico, tortura e morte são realidades que emergem de maneira inegável.

Ocorre que é preciso contextualizar as coisas. Porque analisar fatos extirpados do substrato histórico-cultural em meio ao qual eles foram forjados é um equívoco dialético (para os ignorantes) e uma desonestidade intelectual (para os que conhecem os ditames do raciocínio lógico). E o que se faz com relação aos Governos Militares do Brasil é justamente ignorar o contexto histórico e analisar seus atos conforme o contexto que melhor serve ao propósito de denegri-los.

Poucos lembram da Guerra Fria, por exemplo. De como o mundo era polarizado e de quão real era a possibilidade de uma investida comunista em território nacional. Basta lembrar de Jango e Jânio; da visita à China; da condecoração de Guevara, este, um assassino cuja empatia pessoal abafa sua natureza implacável diante dos inimigos.

Nada contra o Comunismo, diga-se de passagem, como filosofia. Mas creio que seja desnecessário tecer maiores comentários sobre o grau de autoritarismo e repressão vivido por aqueles que vivem sob este sistema. Porque algumas pessoas adoram Cuba, idolatram Guevara e celebram Chavez, até. Mas esquecem do rastro de sangue deixado por todos eles; esquecem as mazelas que afligem a todos os que ousam insurgir-se contra esse sistema tão "justo e igualitário". Tão belo e perfeito que milhares de retirantes aventuram-se todos os anos em balsas em meio a tempestades e tubarões na tentativa de conseguirem uma vida melhor.

A grande verdade é que o golpe ou revolução de 1964, chame como queira, talvez tenha livrado seus pais, avós, tios e até você mesmo e sua família de viver essa realidade. E digo talvez, porque jamais saberemos se isso, de fato, iria acontecer. Porém, na dúvida, respeito a todos os que não esperaram sentados para ver o Brasil virar uma Cuba.

Respeito, da mesma forma, quem pegou em armas para lutar contra o Governo Militar. Tendo a ver nobreza nos que renunciam ao conforto pessoal em nome de um ideal. Respeito, honestamente.

Mas não respeito a forma como esses "guerreiros" tratam o conflito. E respeito menos ainda quem os trata como heróis e os militares como vilões. É uma simplificação que as pessoas costumam fazer. Fruto da forma dual como somos educados a raciocinar desde pequenos. Ainda assim, equivocada e preconceituosa.

Numa guerra não há heróis. Menos ainda quando ela é travada entre irmãos. E uma coisa que se aprende na caserna é respeitar o inimigo. Respeitar o inimigo não é deixar, por vezes, de puxar o gatilho. Respeitar o inimigo é separar o guerreiro do homem. É tratar com nobreza e fidalguia os que tentam te matar, tão logo a luta esteja acabada. É saber que as ações tomadas em um contexto de guerra não obedecem à ética do dia-a-dia. Elas obedecem a uma lógica excepcional; do estado de necessidade, da missão acima do indivíduo, do evitar o mal maior.

Os grandes chefes militares não permanecem inimigos a vida inteira. Mesmo os que se enfrentam em sangrentas batalhas. E normalmente se encontram após o conflito, trocando suas espadas como sinal de respeito. São vários os exemplos nesse sentido ao longo da história. Aconteceu na Guerra de Secessão, na Segunda Guerra Mundial, no Vietnã, para pegar exemplos mais conhecidos. A verdade é que existe entre os grandes Generais uma relação de admiração.

A esquerda brasileira, por outro lado, adora tratar os seus guerrilheiros como heróis. Guerreiros que pegaram em armas contra a opressão; que sequestraram, explodiram e mataram em nome do seu ideal.

E aí eu pergunto: os crimes deles são menos importantes que os praticados pelos militares? O sangue dos soldados que tombaram é menos vermelho do que o dos guerrilheiros? Ações equivocadas de um lado desnaturam o caráter nebuloso das ações praticadas pelo outro? Penso que não. E vou além.

A lei de Anistia é um perfeito exemplo da nobreza que me referi anteriormente. Porque o lado vencedor (sim, quem fica 20 anos no poder e sai porque quer, definitivamente é o lado vencedor) concedeu perdão amplo e irrestrito a todos os que participaram da luta armada. De lado a lado. Sem restrições. Como deve ser entre cavalheiros. E por pressão de Figueiredo, ressalto, desde já. Porque havia correntes pressionando por uma anistia mitigada.

Esse respeito, entretanto, só existiu de um lado. Porque a esquerda, amargurada pela derrota e pela pequenez moral de seus líderes nada mais fez nos anos que se seguiram, do que pisar na memória de suas Forças Armadas. E assim seguem fazendo. Jogando na lama a honra dos que tombaram por este país nos campos de batalha. E contaminando a maneira de pensar daqueles que cresceram ouvindo as tolices ditas pelos nossos comunistas. Comunistas que amam Cuba e Fidel, mas que moram nas suas coberturas e dirigem seus carrões. Bem diferente dos nossos militares, diga-se de passagem.

Graças a eles, nossa juventude sente repulsa pela autoridade. Acha bonito jogar pedras na Polícia e acha que qualquer ato de disciplina encerra um viés repressivo e antilibertário. É uma total inversão de valores. O que explica, de qualquer forma, a maneira como tratamos os professores e os idosos no Brasil.

Então, neste 31 de março, celebrarei aqueles que se levantaram contra o mal iminente. Celebrarei os que serviram à Pátria com honra e abnegação. Celebrarei os que honraram suas estrelas e divisas e não deixaram nosso país cair nas mãos da escória moral que, anos depois, o povo brasileiro resolveu por bem colocar no Poder.

Bem feito. Cada povo tem os políticos que merece.

Se você não gosta das Forças Armadas porque elas torturaram e mataram, então, seja, pelo menos, coerente. E passe a nutrir o mesmo dissabor pela corja que explodiu sequestrou e justiçou, do outro lado. Mas tenha certeza de que, se um dia for necessário sacrificar a vida para defender nosso território e nossas instituições, você só verá um desses lados ter honradez para fazê-lo."

Feliz 31 de Março a todos!