segunda-feira, 22 de maio de 2017

A ORIGEM DA PALAVRA "BAITOLA"

Coisas do Ceará!

A ORIGEM DA PALAVRA "BAITOLA"

Quem nunca ouviu algum cearense (ou não) chamar algum amigo ou companheiro pela alcunha de "Baitola"?


Na linguagem coloquial, baitola, viado e gay têm o mesmo significado: trata-se de um homossexual.

A palavra "baitola" surgiu no Ceará, nas primeiras décadas do século XX.

Vamos à história.

Por volta de 1913, chegou ao Ceará o inglês de nome Francis Reginald Hull, o conhecido Mr. Hull (pronuncia-se Mister Ráu), que deu o nome a uma famosa avenida, na cidade de Fortaleza-CE.

Mr Hull fora designado superintendente de uma Rede Ferroviária no Ceará e passou, em muitas situações, a fiscalizar as obras de construção e reparo, na própria Ferrovia.

Mr Hull era homosexual assumido.

Sempre que ele ia pronunciar a palavra "bitola", que significa a distância entre os dois trilhos, pronunciava "BAITOLA".

Quando ele se aproximava, de onde estavam os trabalhadores, estes, que não gostavam do modo como eram tratados pelo tal chefe, diziam: "Lá vem o baitola, lá vem o baitola".

A partir daí, passou-se a associar a palavra baitola ao homosexualismo masculino.

Baitolagem também é Cultura!

terça-feira, 2 de maio de 2017

NEGACIONISTAS

Hoje, com a internet a facilitar ainda mais a pesquisa, parece uma brincadeira de mau gosto que ainda haja negacionistas do holocausto, mas eles existem.
O fenômeno do revisionismo histórico teve uma figura de destaque no historiador inglês David Irving. Autor de uma excelente biografia do general alemão Erwin Rommel e de um relato sobre a destruição de Dresden por bombardeios aliados, Irving foi desacreditado quando passou a sustentar que os campos de extermínio “não existiram” e que Hitler “não sabia” que judeus, ciganos, poloneses e outros indesejáveis eram sistematicamente exterminados. A questão foi parar nos tribunais, e Irving condenado por “deliberada e persistentemente, baseado em suas próprias convicções ideológicas, manipular e falsear evidências históricas dos fatos”. No Brasil, o negacionista mais famoso é Siegfried Ellwanger. Seu “Holocauso: judeu ou alemão?” é facilmente encontrado em sebos. Ellwanger fundou uma editora antissemita, a “Revisão”, por onde propagava suas repugnantes teses, segundo as quais o extermínio nazista seria a “mentira do século”.
Teorias da conspiração, como a de que a ida do homem à Lua foi produzida em um estúdio cinematográfico, ou de que a terra é plana e tal “segredo” estaria sendo escondido pela NASA, têm em comum a negação histérica da realidade, de fatos documentados e realidades observáveis. É justamente por isso que se denomina tais crentes de “negacionistas”: confrontados com provas e evidências abundantes e robustas, contrárias à posição que defendem, mesmo assim jamais a abandonam, em uma resistência quixotesca que é parte do, digamos, “show”. O negacionista é, antes de tudo, alguém com o ego superdimensionado, capaz de acreditar que o mundo inteiro produziu algumas das mentiras mais detalhadas, elaboradas e completas apenas para esconder aquilo que ELES sabem. No caso dos terraplanistas, a coisa chega a ser engraçada, e até meio ingênua. No caso do holocausto, o buraco é bem mais embaixo.
É notável que, entre os negacionistas do holocausto, não se encontre sequer um que, simultaneamente a negar a realidade provada e documentada, não revele um evidente viés antissemita e totalitário. Não há entre negacionistas do holocausto, por exemplo, pesquisadores conhecidos pelo rigor e minúcia em seu trabalho, que estejam preocupados apenas em corrigir inconsistências eventuais que possam existir em documentos históricos. De profissionais que já foram renomados, como David Irving, passando por aventureiros como Siegfried Ellwanger, até a tuiteiros imberbes que repetem esse lixo para parecerem “perigosos”, o que une os negacionistas é um tipo de sociopatia, um desejo de auto-representação pervertido segundo o qual eles seriam “corajosos” por “desafiar” aquilo que é amplamente aceito – e é amplamente aceito porque é verdade. Em realidade, o negacionista do holocausto não está dizendo que nada daquilo aconteceu: o que ele quer dizer é que pouco importa que tenha acontecido, aquelas pessoas, afinal, mereciam isso. Como é muito simples dizer isso, o ultraje não pode parar por aí: é preciso dizer que aquele sofrimento indizível não existiu, como que para amesquinhar, diminuir a magnitude dos acontecimentos. Fazer pouco deles, como se se estivesse falando de pisar em uma barata.
Certas idéias foram postas, com muita justiça, na lata de lixo da história. O nazismo e o comunismo são proibidos em lugares onde essas ideologias fizeram mais vítimas, como, por exemplo, na Polônia e Ucrânia. Leis existem na Alemanha que proíbem a impressão da suástica, pela indelével associação do símbolo com o nazismo e sua terrível memória. A própria “Lei de Godwin”, antes de ser um lembrete para que o nazismo não seja banalizado como referencial em discussões, marca a ideologia e os fatos que ela gerou como marco simbólico de um pináculo de crueldade com que a humanidade, até então, jamais havia imaginado. Tal qual urubus e hienas, no entanto, há aqueles que reviram o lixo da história, e se refestelam nele, gritando para que todos a sua volta olhem: o negacionista sente um prazer perverso em defender o assassinato e a eliminação de seus semelhantes; ele é como o tarado que se masturba no ônibus, se exibindo para os outros passageiros, imaginando que eles estão gostando da cena grotesca.
Negacionistas do holocausto, em sua imaginação atrofiada, já tentaram sequestrar a liberdade de expressão e utilizá-la como escudo de suas atrocidades. Irving e Ellwanger perderam. E eles devem, sempre, perder – porque a liberdade nunca servirá de muleta para quem esteja interessado em eliminar e escravizar seus semelhantes. Que seja sempre assim.
Parte do artigo de Thiago Pacheco é advogado, pós graduado em Processo Civil e formado em jornalismo. Escreve no Implicante às quintas-feiras.


http://www.implicante.org/colunas/thiago-pacheco/thiago-pacheco-liberdade-de-expressao-criptonazismo-e-a-lata-de-lixo-da-historia/

domingo, 30 de abril de 2017

sábado, 29 de abril de 2017

Queima de fogos no Japão - Espetáculo

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Fujisan no hi – Dia do Monte Fuji

Dia 23 de fevereiro é o Dia do Monte Fuji

O Monte Fuji é uma das principais referências do Japão, não só por ser o pico mais alto do país com seus 3.776 metros de altitude, mas especialmente pelo seu valor sagrado e soberano, na qual o faz ser reverenciado por toda a nação japonesa. Sendo assim, nada mais natural do que o Fuji-san ter seu próprio dia não acha?


O dia 23 de fevereiro foi escolhido para ser o Dia do Monte Fuji (富士山の日). Não é um feriado nacional, mas é um feriado regional, promulgada desde dezembro de 2009 pela prefeitura de Shizuoka. Mas por que essa data foi escolhida para se comemorar aquele que é uma das maiores referências turísticas do Japão?

Dia 2/23 pode ser lido como Fu (2) Ji (2) San (3), que foneticamente tem a mesma pronúncia de “Fuji-san”, como é chamado o Monte Fuji. Outro motivo seria porque o dia 23 de fevereiro tem um grande valor para a família real por ser o aniversário do príncipe herdeiro e futuramente essa data se tornará feriado nacional por ser Aniversário do Imperador.
O mês de Fevereiro é um dos melhores meses para avistar o Monte Fuji, pois o céu é claro e as imagens do seu cume coberto de neve são consideradas um mais tradicionais “cartões postais” do Japão, embora o Monte Fuji seja belo no ano todo e em todas as estações. Realmente foi um grande presente da Mãe Natureza.

Por que criaram o Fuji San No Hi (Dia do Mt. Fuji)?

Mas qual o objetivo do Dia do Monte Fuji (Mount Fuji Day)? Por incrível que pareça o Fuji-san ainda não é Patrimônio Mundial e é isso que o governo de Shizuoka quer… Que o Mt. Fuji seja oficialmente listado como Patrimônio mundial pela UNESCO (O que  finalmente aconteceu em junho de 2013).
Mas além disso, esse dia também serve para lembrar a todos sobre a importância de preservar a beleza natural do Monte Fuji, fazendo com que as gerações futuras também aprendam a apreciar suas bençãos, a respeitar e valorizar a cultura e a tudo que se refere a este símbolo icônico japonês, que é cartão postal do país.
Muitas atividades recreativas no Dia do Monte Fuji
No dia 23 de fevereiro, data escolhida para homenagear a Montanha mais alta do Japão, as escolas não abrem para que as crianças possam aproveitar a entrada gratuita de muitos parques e instalações públicas da região, como o Sea Paradise em Izu Numazu Mizuno, gratuito para os estudantes de Numazu, Mishima, e Fujinomiya.
Além disso, durante a noite há uma bela queima de fogos no Oike Park, localizado no Lago Kawaguchi, além de milhares de velas que são lançadas no lago, criando um cenário surpreendente. Enfim, são muitos eventos gratuitos ou com descontos especiais neste dia nas cidades que circundam o Monte Fuji.
O Monte Fuji está localizado na fronteira entre as províncias de Shizuoka e Yamanashi. O vulcão é considerado um ícone nacional, atraindo milhares de turistas todos os anos e apesar de não ser o único vulcão do mundo, seu significado cultural e religioso para os japoneses é imenso, chamada como Montanha Sagrada.
Embora a última erupção tenha ocorrido em 1707, o Monte Fuji continua sendo um vulcão ativo que traz preocupação pois pode entrar em erupção a qualquer momento. É um grande e belo vulcão adormecido, que todos esperam que continue tranquilo, calmo e nos agraciando com a sua soberana e eterna beleza.

De um amigo meu


sexta-feira, 28 de abril de 2017

Carta da Shell mostram um imbecil chamado Lula


Pensamento do dia


Se um punhado, é uma quantidade de coisas que cabem no punho... 

E um bocado, é a quantidade de coisas que cabem na boca... 

O que seria um cunhado?

Recado aos petralhas e vídeo da anta


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A quem realmente interessa a paralisação do dia 28 de abril?





A quem realmente interessa a paralisação do dia 28 de abril? Ao país ou ao Lula ?

Ontem, uma funcionária da enfermagem me fez uma pergunta interessante : "Doutor, o que o senhor acha dessa "greve geral" que estão programando para dia 28/04/2017? Ela realmente ajudará a classe trabalhadora?".

Pensei um pouquinho e respondi: gostaria que você mesmo respondesse a sua pergunta. Farei a você 3 simples indagações que possibilitará sua resposta.

As mesmas perguntas que faço agora aos amigos que lêem este texto.

1) "O procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato, disse que os recursos desviados em esquema de corrupção no Brasil desviam dos cofres públicos algo em torno de R$ 200 bilhões por ano".(fonte jornal o "Estadão 12/09/2015). Onde estavam os sindicatos para protestarem contra este assalto aos cofres públicos que jogou o Brasil e a classe trabalhadora na maior crise econômica da história republicana do país?

2) "O rombo acumulado dos quatro principais fundos de pensão de estatais — Correios (Postalis), Petrobras (Petros), Caixa Econômica Federal (Funcef) e Banco do Brasil (Previ) — deve ter ultrapassado R$ 46 bilhões em 2015." (fonte: jornal O Globo 15/02/16). Onde estavam os sindicatos para protestarem contra este assalto aos fundos de pensão dos trabalhadores?

3) Segundo o IBGE, a população desocupada no Brasil chegou a 11,8 milhões de pessoas em julho. No acumulado nos 7 primeiros meses de 2016, o país perdeu 623 mil empregos formais. Julho foi o 16º mês seguido de fechamento de vagas com carteira assinada. (fonte: G1 30/08/16). Onde estavam os sindicatos para protestarem quando mais de 11 milhões de trabalhadores perderam seus empregos no governo do PT?

Por que só agora os sindicatos resolvem se manifestar? O que há de diferente no cenário nacional? 

Muito estranho a atitude dos organizadores desta manifestação, que se calaram durante os anos do governo petista, mesmo frente aos constantes prejuízos à classe trabalhadora, e só agora, próximo à prisão de seu "maior" líder quadrilheiro, resolvem se manifestar.

Outro detalhe importante, que não pode ser desconsiderado, é a aprovação de um projeto de lei, na Câmara dos Deputados, que tira a obrigatoriedade da contribuição sindical de cada trabalhador deste país.

Texto creditado a Dr. Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Povo sofrido


terça-feira, 25 de abril de 2017

Evolução


Imagens sensacionais

Vista do por do sol, dentro de uma onda:
Arranha céu 'Crescent Moon Tower" em Dubai:
Aeroporto nas Maldivas, localizado numa ilha artificial no meio do Oceano Índico:
Água sobre água em Magdeburg:
Aeroporto de Gibraltar:
Balões da Capadócia:
Túnel feito em Sequóia National Park California:
Deserto com flores:
Duas vezes por ano no México, acontece essa migração. Por volta de 10 mil indivíduos dessa espécie nadam desde Yucatan até a Flórida na primavera e retornam no outono:
Encontro do Mar Báltico com o Mar do Norte:
Essas árvores crescem no bosque Grifino na Polônia e é desconhecido o motivo das curvas no tronco:
Estátua na França criada por Bruno Catalano:
Farol na França:
Fronteira entre Bégica e Holanda em um dos Cafés:
House of Rizz - Alemanha:
Lago Turquesa criado em uma cratena. National Park Tongariro - Nova Zelândia:
Marcus Levine cria sua arte com martelo, a madeira e os cravos. Esta obra tem mais de 50 mil cravos:
Monta, USA. A água deste lago é tão transparente que faz parecer raso, mas é muito profundo:
Morning Glory. Vista das nuvens da costa de Karpentaria, norte da Austrália:
Névoa densa em Sidney:
Noite e dia. Estátua de Caunace, Litva:
O maior carrossel do mundo. 117 metros:
O maior engarrafamento do mundo na China. 206 km:
O Poço de Thor na América do Norte:
Oficina sob medida para a companhia Selgas Cano em Madrid:
Ilha Laamu, Oceano Índico:
Ponte na Província Chinesa de Shandun. É a ponte marítima mais longa do mundo com mais de 36 km e 8 faixas:
Ponte Vapro em Seul, Coréia do Sul:
Restaurante sobre uma Ilhota, costa leste de Zanzibar. Dependendo da maré chega-se a pé:
Rio Helena, na Rússia:
Terras coloridas na China:
Tormenta em Montana, USA - 2010:
Uma loja de computadores e afins em Paris onde não parece, mas o chão é plano:
Dubai, vista do arranha-céu Burj Halifa. Altura 828 metros, 163 pisos:
Dubai, vista do arranha-céu Burj Halifa, olhando para baixo. Altura 828 metros, 163 pisos:
Varanda de vidro em Chicago. Piso 103:
Varanda de vidro em Chicago. Vista exterior: