quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

MODA PARA ELE E PARA ELA

MODA PARA ELAS:

MODA FEMININA
https://www.camisetasimportadas.com/categoria/Para-Elas/?ref=79815

MODA PARA ELES:

 MODA MASCULINA
https://www.camisetasimportadas.com/?ref=79815


10 erros de português que acabam com a sua credibilidade

A forma como escrevemos tem um impacto fundamental na nossa credibilidade. Receber um email ou um orçamento com erros leva-nos a questionar, mesmo que inconscientemente, a competência de quem está do outro lado. No caso das empresas, quando há erros no site ou nos posts partilhados nas redes sociais, é a credibilidade da empresa que está em causa.
Na minha rotina de trabalho a ler e escrever há erros que vejo quase todos os dias. Listei-os para que não o apanhem a si também. Tome nota.

1. Há / à
A confusão entre o há com “h”, presente do verbo haver, e o à, sem “h”, que é a contração da preposição “a” com o artigo definido no feminino singular “a”, atrapalha muita gente. Uma dica que pode ajudar: se for possível substituir a expressão pelo verbo ”existir” (sinónimo de haver) ou a frase implicar tempo, devemos usar “há”.
Exemplos: Há várias opções de cor. A empresa funciona há dez anos. 

 2. Ir de encontro / ir ao encontro de
Vejo muitas vezes este erro em propostas para clientes e emails que se pretendem mais formais, momentos em que não convém mesmo escrever com erros. Mas qual é o problema? Quando escrevemos “ir de encontro” para indicar que estamos em sintonia com a outra parte, estamos na verdade a dizer o contrário. A expressão correta a usar é “ir ao encontro de”. 
Exemplo: Esperamos que esta proposta vá de encontro aos seus objetivos (estamos a dizer: seja oposta). Esperamos que esta proposta vá ao encontro dos seus objetivos (forma correta). 

 3. Há dois anos atrás / Na minha opinião pessoal
Estas redundâncias não são propriamente erros, mas a bem da simplicidade não há necessidade deste reforço. Basta escrever “Há dois anos” ou “Na minha opinião”. Afinal, todas as opiniões são pessoais. As frases ficam mais simples, mais curtas e são entendidas mais facilmente.

 4. “Ciclo” vicioso
Esta é mais uma daquelas expressões que se usa em relatórios e documentos quando se quer impressionar. O problema é que a expressão “ciclo vicioso” está errada. A forma correta é “círculo vicioso”.

 5. Tivesse / estivesse
A confusão entre o “tivesse” e “estivesse” está no chat do Facebook quando falamos com os nossos amigos, mas infelizmente está também nos posts que muitas marcas fazem na mesma rede. As duas formas estão corretas, mas enquanto “tivesse” deriva do verbo ter, “estivesse” é uma conjugação do verbo estar.
Exemplo: Se eu tivesse mais tempo e estivesse em Lisboa gostava de sair convosco.

 6. Gratuítamente /obrigatóriamente
Os advérbios de modo terminados em “mente” não levam acento. E não há exceções. Portanto, obrigatoriamente, gratuitamente, rapidamente, acentuadamente, facilmente, felizmente, etc. nunca são acentuados. Fácil.

7. ás / às
É comum sermos informados que o melhor horário para a reunião é das 14h “ás” 15h00 ou vermos num site de um restaurante que está aberto das 19h00 “ás” 23h00. “Ás” com acento agudo está relacionado com o universo do jogo (ás de espadas, p. ex.) ou pode ser usado para designar alguém que é muito bom em determinada atividade. Quando nos referimos a espaço ou tempo o acento deve ser grave (às). 
Exemplo: Temos reunião das 14h00 às 15h00. Portanto, em horários o acento é sempre grave. 

8. Contatos / Contactos
Quando visito um site português que tem o item de menu de contactos sem “c” fico logo nervosa. Em Portugal, apesar do acordo ortográfico, contactos mantém o “c”, dado que pronunciamos essa consoante.

9. Fãn
Este erro tornou-se muito comum com as redes sociais. As páginas têm fãs e eu posso ser  de alguém ou de alguma coisa. As palavras fãn e fãns não existem. “Fan” e “fans” (sem acento) são palavras em inglês.  

10. Fala-se / Falasse
Mais um erro que povoa os chats nas redes sociais, mas infelizmente salta para sites, emails e posts de marcas. Fala-se é uma forma do presente do indicativo e refere-se a uma ação real. Falasse é uma forma do imperfeito do conjuntivo e designa uma ação provável. 
Exemplo: Hoje fala-se muito de política, mas gostava/gostaria que se falasse mais de economia.
Um truque dos professores de português para não errar: construir a frase na negativa: “Hoje não se fala muito de política. Gostava que não se falasse de economia”. Se o “se” muda de lugar, significa que é separado por hífen.

E desse lado, como é a sua relação com o português? Há erros que não desculpa?
Vamos continuar a partilhar conhecimento?

[ este post foi originalmente publicado em www.elsafernandes.com ]


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domingo, 15 de janeiro de 2017

Socialismo na prática


"Professor reprova a turma inteira"

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Essa classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse:
"Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que, em teoria, ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "10".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "7". 

Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda média das provas foi "4". 

Ninguém gostou...

Depois da terceira prova, a média geral foi um "1". 

As notas não voltaram a patamares mais altos mas, as desavenças entre os alunos, a busca por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.

A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e o senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.

No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala...

Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... 

Para sua total surpresa, o professor explicou:

"O experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande". Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. 

Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela...

E o Brasil está chegando lá e a Argentina parece que está se afastando"...

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter que trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do que prega o socialismo, é impossível   multiplicar as riquezas tentando dividi-las;

5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É o mais puro retrato do Brasil .

Não acabe com o nosso país.

Ensine aos ignorantes o que realmente é o socialismo...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

FLECHAS NO CORAÇÃO


Flechas no coração

Das flechas que me cruzaram o coração
E das feridas que me fizeram tão ausente...
Dilacero a minha pobre e nobre paixão...
Como um pássaro num vôo tão pungente.

Das verdades incutidas num olhar
E das belezas dos sonhos permanentes...
Vou buscando em cada esquina te encontrar,
E te amar... nem que seja só pra sempre.

Doces são seus olhos perdidos no tempo...
E triste é o tempo que não passa...
E passando vou, pois, em confinamento...
Anjo com medo... já não me dizes nada.

E se da janela, já se marcam às seis horas...
Não me importa o cair da noite e do luar.
Mesmo que não apareças e me deixes sem graça...
Pela vidraça, estarei eternamente a te esperar.

(Nelson Rodrigues de Barros)

Sexta-Feira 13


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

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