sexta-feira, 19 de julho de 2013

A histórica Route 66

Route 66. America’s Main Street

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A Route 66, ligando Santa Monica a Chicago.


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A placa do histórico Motel Route 66 em Seligman, no Arizona, que ainda está intacta.

A "Principal Rua da América", como é conhecida a famosa estrada que cruza parte dos Estados Unidos, tinha tráfego intenso entre 1930 e 1950 em toda a sua extensão - mais de 4 mil km, partindo de Santa Monica (Califórnia) e chegando a Chicago (Illinois). Mas, como você vai ver a seguir, ainda é possível desvendar seu lado brega, na rota 66.


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Restaurado, o antigo posto de gasolina de Cool Springs, também no Arizona, virou loja de souvenir.


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A antiga caminhonete velha estacionada estacionada do lado de fora de um posto de gasolina 'transporta' quem transita pelo local diretamente para o passado.


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O motel Wigwam, em Rialto, Califórnia.

O motel Wigwam, em Rialto, Califórnia, foi construído em 1949. Trata-se de um alojamento em forma de tendas. A Rota 66 foi inaugurada em 1926 e se tornou um caminho de migração rumo oeste, para pessoas que procuravam trabalho durante a Grande Depressão nos anos 30, e também para os que queriam escapar do desastre Dust Bowl, fenômeno natural de tempestade de areia que varreu parte dos Estados Unidos, no mesmo período. A estrada foi usada até 1985, quando foi oficialmente desativada como rodovia federal.


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Na área externa do prédio da prefeitura da cidade de São Bernardino, uma homenagem à estrada lendária.


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Mais um mural em homenagem à histórica estrada, em um restaurante de São Bernardino, Califórnia.


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Turistas franceses almoçam no Bagdah Cafe, em Newberry Springs, Califórnia.

O deserto Mojave, cortado pela Route 66, ganhou fama quando foi retratado no filme "Bagdad Cafe", em 1987. O antigo Sidewinder Café, localizado a cerca de 60 quilômetros do original Café Bagdad, mudou de nome assim que o filme foi lançado.


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O Museu Route 66, em Clinton, Oklahoma.

O Museu Route 66, em Clinton, Oklahoma, é resultado de um projeto interestadual para revitalizar a velha estrada e incentivar o turismo.


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"Cadillac Ranch".

A instalação "Cadillac Ranch", feita próxima à cidade de Amarillo, no Texas, foi inspirada no carinho que os norte-americanos nutrem por um de seus carros mais famosos. Feita em 1974 por um grupo de artistas conhecido como Ant Farm, contava com um cupê 1949 e um sedan 1963. Os carros foram retirados do local em 1997, devido à expansão da cidade de Amarillo.


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Motel Munger Moss.

O Motel Munger Moss, na cidade de Lebanon, no estado americano de Missouri, foi construído em 1946 e é um dos pontos favoritos dos apaixonados viajantes da Route 66. Seus proprietários afirmam que, quando compraram o estabelecimento, em 1971, uma diária custava apenas US$ 7,50.


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Antiga loja em Laguna Pueblo.

Uma loja destivada de Laguna Pueblo, localizada a oeste de Albuquerque, no Novo México, foi praticamente toda destruída pelo tempo. Índios norte-americanos e seus descendentes usavam o local para fazer pausas durante as viagens pela Rota 66, nas décadas de 40 e 50.


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Boulevard Santa Monica.

Escultura de neon ilumina o céu do Boulevard Santa Monica, perto da histórica Route 66, em West Hollywood, Califórnia, em 2010.


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Daggett Garage.

A Daggett Garage foi construída na década de 1880-90 na cidade de Marion, na Califórnia, tendo sido transferida para Waterloo Mine, ao sul de Calico, e finalmente para Daggett, em 1912. A Daggett Garage era uma oficina mecânica, e serviu como refeitório para as tropas americanas durante a Segunda Guerra Mundial. Depois foi transformada em garagem e loja de peças de automóveis, assim seguindo até meados dos anos 1980.


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Café-Restaurante à margem da Rodovia em Albuquerque.

Este café-restaurante em Albuquerque, Novo México, parece ter parado no tempo. Mais especificamente, nos anos 50 do século passado.


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Pine Breeze Inn.

A Pine Breeze Inn em Bellemont, Arizona, foi usada como abrigo durante o filme "Sem destino", cujas filmagens ocorreram em1969. Atualmente, está desativada a beira da histórica Route 66.


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Posto da Texaco em Springfields.

O antigo posto de gasolina da Texaco, em Springfiels, Illinois, tornou-se o Museu Shea's Petroliana. Atualmente, guarda diversas peças da corrida do ouro norte-americana (em exposição).


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Museu Shea's Petroliana em Sprongfields.


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Uma placa da histórica Route 66 indica o caminho para a ferrovia Santa Fé, no Novo México. Sinalizações de trânsito como ela se tornaram souvenir para colecionadores.


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Barbearia.

É possível encontrar até mesmo uma barbeiro, à beira da Route 66. John mantém sua barbearia em Pontiac, no Estado de Illinois.


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Estátua em comemoração à conhecida letra da música "Take it Easy", da banda Eagles, é vista em uma esquina de Winslow, no Arizona.


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Totem Galloway.

Contruído em 1948, o totem Galloway, em Foyil, Oklahoma, é considerado o maior totem do mundo feito de concreto. Trata-se de uma dos principais atrações da Route 66, para os turistas que gostam de estradas lendárias.


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Construído em 1932, este posto de gasolina faz parte da lista do Registro Nacional de locais históricos desde 1997.


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Neste café os viajantes podem tomar café da manhã no horário que desejarem e ainda desgustar grandes porções de pratos alemães e norte-americanos.


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A antiga ponte de ferro da Route 66 sobre o rio Mississippi, liga os Estados de Missouri a Illinois. Atualmente, é possível fazer o percurso a pé e de bicicleta.


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A loja Acoma Curio vendia artesanato no auge da Route 66. Também foi incluída no Registro Nacional de Locais Históricos, dos EUA.


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O mais famoso boliche da região de Oklahoma City foi construído em 1959 e fechou suas portas em 2010.


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A loja Budville, na cidade de mesmo nome, é um dos principais destaques turísticos da Route 66.


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Richardson Store.

Tecelã indígena trabalha no interior da famosa Richardson Store, edificada no caminho da Route 66. Desde 1913 que turistas, colecionadores e compradores de tapetes típicos da cultura Navajo, bem como joias e outros artesanatos indígenas.


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Marilyn Monroe perpetuada na Route 66.

Uma estátua da atriz Marilyn Monroe decora a margem da Route 66 (foto feita em 15 de junho de 2007, no Rancho Cucamonga, na Califórnia). A estrada, também conhecida como Mother Road (ou "Rota Mãe"), tem parte da sua história preservada graça a uma legião de aficcionados pelas suas paisagens. Estas pessoas restauram prédios, colecionam objetos e tentam manter intactas placas que sinalizam a rota. Porém, muitos destes sinais já estão destruídos, seja pela ação de vândalos, seja por terem ficado por muito tempo no mesmo lugar, sem receberem qualquer manutenção. Rodovias modernas, cadeias de hotéis, projetos de desenvolvimento e até mesmo atrações para atrair novos turistas também têm apagado a essência da lendária estrada, fonte de inspiração de inúmeros filmes, livros e canções que retratam a vida do interior dos EUA.


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Uma das casas de Daggett.

Uma antiga casa é vista na Route 66 em Daggett, na Califórnia. O Serviço do Parque Nacional oferece uma expedição chamada "Descubra nosso itinerário de viagem" que descreve mais de 100 locais históricos da Route 66.


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Um posto de gasolina de madeira desativado, em Hackberry, Arizona.


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Casa em Daggett.

Uma coleção de placas de carro enfeita o portão de uma casa em Daggett, na Califórnia. A Route 66 foi adicionada à lista dos lugares mais ameaçados de extinção do mundo pelo World Monuments Fund, assim como à lista anual de Preservação Histórica da National Trust, como sendo um dos 11 locais históricos mais ameaçados da América.


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Um antigo mas ainda preservado posto de gasolina da Route 66 em Newberry Springs, Califórnia.


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Carroceria de carro em Oatman.

A carroceria de um carro foi abandonada na antiga cidade de mineração de ouro de Oatman, no Arizona, um dos marcos negativos da Route 66. A cidade foi nomeada depois da jovem Olive Oatman ter sido sequestrada por pessoas da etnia Yavapai em 1851 e ter ficado por 5 anos em poder dos índios da região.


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A placa do Roy's Motel.

A placa do Motel Roy's é vista do meio do deserto Mojave e está localizada na cidade de Amboy, na Califórnia. Construída nos anos 40, a propriedade funcionou neste local até ser transferida para a rodovia Interstate 40. No entanto, o espaço pode ser reformado.

 



Orem minha irmãs

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Legacy 500, só faltava voar. Não falta mais.

O Legacy 500 foi projetado para ser o melhor jato na sua categoria e para colocar a EMBRAER no topo da aviação comercial.

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Na tarde de 27/11/2012, o comandante Mozart Louzada Jr viveu uma experiência inédita. Em São José dos Campos, no interior paulista, Louzada comandou o 1º voo de uma nova aeronave, o Legacy 500.

Piloto aposentado da Força Aérea Brasileira, a FAB, na qual serviu por 3 décadas, ele trabalha para a Embraer há 12 anos.

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Comandante Mozart Louzada Jr

Sair do chão pela primeira vez é um momento decisivo para a carreira de um novo modelo de avião. Resultado de 6 anos de pesquisas e de um investimento de 750 milhões de dólares, o Legacy 500 foi concebido para ser o que os americanos definem como "game changer" - um modelo destinado a revolucionar a sua categoria.

O grande diferencial tecnológico em relação aos concorrentes é a tecnologia fly-by-wire, sistema eletrônico que dispensa o uso de cabos e transmite digitalmente aos flaps, leme e outras partes móveis do avião as ordens que o piloto dá pelo sidestick na cabine. O sistema digital permite diminuir o peso do avião e, teoricamente, reduz o risco de falhas. Atualmente ele é usado nos jatos comerciais da Airbus e da Boeing.

Os jatos executivos de longo alcance, como o Falcon 7X, da francesa Dassault, que custa 50 milhões de dólares, também voam com o sistema fly-by-wire. Alguns modelos executivos mais baratos usam o sistema de controle digital apenas para alguns comandos.

O Legacy 500 será o primeiro modelo executivo de médio porte e preço entre 16 milhões e 20 milhões de dólares com digitalização total dos comandos. Antes da decolagem inaugural, o Legacy 500 passou por 2.500 horas de testes, ao longo de 2 anos, no equipamento "Iron Bird", um simulador que permite estudar e testar os controles de voo, os trens de pouso e todo o sistema hidráulico do avião, que também é submetido a testes de resistência estrutural.

703 legacy  Foram 2.500 horas de testes no simulador antes da 1ª decolagem

A indústria aeroespacial é uma das mais competitivas do mundo. Entre os jatos executivos, a Embraer disputa mercado com a canadense Bombardier e as americanas Gulfstream, Cessna e Hawker Beechcraft, além da francesa Dassault.

A Embraer ganhou espaço em 2008 com a primeira entrega do modelo Phenom 100, jato executivo para até 8 passageiros. Um ano depois veio o Phenom 300, com formato ovalado, mais espaço interno e freios de carbono, ideais para pistas curtas. Com o Legacy 500, a Embraer vai oferecer uma opção aos compradores de jatos executivos médios porque a aeronave, além de possuir digitalização total dos comandos, é a única da sua categoria com cabine "Stand-up", ou seja, alta o bastante para uma pessoa de 1,80 mt ficar de pé.

A Embraer ainda tem o Lineage 1000, o topo de linha, que briga com os jatos executivos intercontinentais.

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Dois em cada três compradores desses aviões são empresas que utilizam as aeronaves como ferramenta de negócios, para transportar os seus executivos com maior agilidade e conforto, sem depender dos horários da aviação comercial. Apenas 5% dos compradores são celebridades.

A Embraer tem como trunfo competitivo a sua parceria com o grupo alemão BMW, encarregado da concepção do design interno do avião. Marco Pellegrini, vice-presidente de operações de aviação executiva, disse: “Fizemos pesquisas de mercado abrangentes e sabemos que oferecemos um jato com características só encontradas em modelos bem mais caros”.

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Vídeo institucional do Legacy 500

http://www.youtube.com/watch?v=7QychzuEHto



Embora já apareça como a terceira força da aviação executiva, a Embraer é uma novata no segmento, com uma década de experiência.

A americana Learjet, pioneira e hoje pertencente à Bombardier, está no mercado há meio século. A antiga estatal brasileira, privatizada em 1994, mantém preeminência na aviação comercial regional há alguns anos.

Mais recentemente, decidiu entrar no mercado de jatos executivos para diversificar as suas vendas. Hoje, 20% do faturamento vem dessa Divisão.

A rigor, o seu primeiro modelo nesse segmento foi o Legacy 600, que estreou em 2002. Resultado da adaptação para o mundo executivo de um modelo originalmente destinado à aviação regional, o Legacy 600 não pode ser visto como o pioneiro de uma família de novos e competitivos jatos, como é o caso do Legacy 500.

Segundo Mauro Kern, vice-presidente de engenharia, “neste mercado, somos obrigados a identificar as tendências com 15 anos de antecedência”.

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A Embraer pelo mundo

A adoção de novas tecnologias e a flexibilidade são fundamentais nessa competição. Isso fica cada vez mais evidente nas linhas de montagem.

No caso do Legacy 500, pela primeira vez os engenheiros da Embraer - são 4.500 de um total de 17.000 funcionários - trocaram os extensos e pesados manuais de instruções em papel por "tablets" interconectados e capazes de exibir imagens tridimensionais.

 

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A adoção do Tablet substituiu 120.000 páginas de manuais, reduzindo o tempo da produção. À direita, imagem do vôo inaugural. A eliminação dos manuais e a adoção dos "tablets" diminuíram em 40% o tempo mínimo de aprendizagem dos funcionários encarregados da fabricação dos novos modelos.

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Como é natural na indústria de aviação, o trabalho nunca está completo. O voo inaugural foi apenas o começo de uma nova bateria de testes.

Até ao final de 2013, o comandante Louzada e sua equipe de 30 pilotos vão voar mais 2.000 horas no Legacy 500, que será exigido em decolagens, aterrissagens e voos nas mais diferentes condições atmosféricas. As perspectivas são favoráveis.

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Alexandra Norato, Daniela Demarchi e Daniela Feltrin, engenheiras de voo da Embraer, todas com brevet de piloto

“O Legacy 500 será o modelo mais avançado de sua categoria com um preço competitivo”, afirma Ronald Epstein, analista do setor aeroespacial do Bank of America Merrill Lynch.

Os primeiros compradores do Legacy 500, cujo número exato é um segredo industrial na Embraer, devem começar a receber seus jatos em 2014.

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Pum preso

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A tecnologia não para de avançar.

Duas marcas inventaram um autocolante, para colocar na roupa interior: o neutralizador de odor dos gases (!).

Uma das marcas Subtle Butt (Rabo Sutil) vende embalagens, com cinco unidades descartáveis que prometem neutralizar o odor graças a uma camada de carvão aplicada ao autocolante, custando apenas 11 dólares.

O criador Kim Olenicoff explicou a uma revista que este produto “é ideal para usar num avião, escritório, elevadores com a namorada depois de uma refeição picante ou até mesmo para usar no seu cão”.


A outra marca intitula-se Flatulence Deoderizer (o desodorizante da flatulência); essa marca vende autocolantes também com carvão, a 29 dólares.

Ele neutraliza os odores, permite um intenso cheiro  mentol cada vez que o utilizador expulsaruma ventosidade, além de deixar o rabicó geladinho.

NB. A marca faz uma advertência: “não neutraliza o som!”.

http://filosofiasdebotequimdopadilha.blogspot.com.br/2013/07/pum-preso.html